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Workshops: Yoga na gravidez, amamentação, métodos de alivio da dor em trabalho de parto * Cursos de Recuperação Pós-parto * Domicilios * Cursos de Massagem ao Bebé * Recuperação Respiratória em Crianças
domingo, 15 de dezembro de 2013
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Os bebés alimentados com leite materno apresentam uma tendência de crescimento diferente dos bebés alimentados com leite de fórmula. Usualmente, tendem a crescer mais nos primeiros meses de vida, mas desaceleram entre os 4 e 6 meses de vida.
A OMS publicou novas tabelas e gráficos de percentis, elaborados com uma grande amostra de bebés e crianças amamentados, e são estas que se encontram em vigor em vários países - incluindo Portugal, que informou oficialmente tê-las adotado. É possível que o seu médico assistente/pediatra ainda não siga o crescimento do seu filho com base nestes novos gráficos, por isso deixo-vos aqui a ligação para as novas curvas: http://www.who.int/childgrowth/standards/en/
A título de exemplo:
Uma menina que aos 12 meses pese 9 kg, pelas curvas antigas (que ainda vêm em muitos boletins de saúde infantis) situar-se-ia no gráfico pouco acima do percentil 25 de peso. Pelas curvas da OMS, situa-se na linha do percentil 50.
Uma vez que os bebés e crianças não aumentam de peso nem crescem de forma linear, não é aconselhável que sejam pesados com frequências inferiores a 4 ou 8 semanas (exepção para recém-nascidos, bebés doentes...) nem em balanças diferentes.
Os aumentos de peso são considerados tendo por base médias semanais, obtidas a partir de pesagens mensais ou mais espaçadas.
Aumentos médios semanais por idade, segundo a OMS (2006):
0-4 meses: 155-241 g/semana
4-6 meses: 92-126 g/semana
6-12 meses: 50-80 g/semana
A Associação Espanhola de Pediatria considera os seguintes ganhos aproximados:
0-6 semanas: 20 g/dia
menos de 4 meses: 100-200 g/semana
4-6 meses: 80-150 g/semana
6-12 meses: 40-80 g/semana
Sobre os percentis
Um percentil não é mau nem bom. Não existem bebés situados em percentis normais e bebés em percentis anormais. Um percentil tem um mero significado estatístico. Os gráficos de percentis são uma forma representativa de uma determinada população. Usam-se para seguir o desenvolvimento infantil em variados aspetos.
Exemplo:
Se o seu filho se situar na linha do percentil 90 de altura significa que 90% das crianças saudáveis daquela idade medem menos do que ele e 10% medem mais.
Se o seu filho se situar na linha do percentil 5 de peso, tal significa que 95% das crianças saudáveis daquela idade pesam mais e 5% pesam menos.
Importa mais observar o crescimento ao longo de vários meses (tanto em estatura como peso) do que num dado momento. É para isso que servem os gráficos de percentis, para que o médico assistente possa acompanhar facilmente o crescimento do seu filho.
sábado, 9 de novembro de 2013
domingo, 8 de setembro de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
quarta-feira, 10 de julho de 2013
OSSOS DO CRANEO DO BEBÉ
Durante a gravidez os ossos do bebé vão-se tornando mais duros, excepto os do crânio que se mantêm macios e flexíveis Porquê? Para que no parto eles se consigam adaptar ao canal vaginal e facilitar então a passagem do bebé. Esta sobreposição dos ossos provoca na maioria das vezes, uma deformação da cabeça, que fica em forma de cone. Esta deformação é natural e desaparece algumas horas a seguir ao parto.
terça-feira, 4 de junho de 2013
terça-feira, 28 de maio de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Sling
Benefícios para seu bebé
- Chora menos! (43% menos no total e 54% menos durante as horas do dia)
- É mais saudáveis! (ganham peso mais rápido, tem melhor habilidade motora, coordenação, maior tonificação muscular e senso de equilíbrio)
- Tem uma melhor visão do mundo! (bebés em carrinhos vem o mundo a altura dos joelhos de um adulto)
- Dorme melhor! (mais rapidamente e por períodos mais longos)
- São mais felizes! ( sentem-se mais amados e seguros)
Benefícios para si
- Melhora a comunicação entre os dois, já que você se sintoniza com os gestos e expressões dele.
- Cria pais mais auto-confiantes. Não há nada melhor que ter um bebê calmo e contente graças a que você sabe atender suas necessidades.
- Facilita a locomoção. Você pode caminhar por calçadas e terrenos irregulares, subir e descer escadas, entrar a locais com muita gente sem bater em ninguém com o carrinho, etc.
- Mãe e bebé podem sair de casa juntos, com menos dificuldade.
- Pode fazer compras, caminhar, passear, ler um livro, brincar com o seu filho mais velho pois as mãos estão livres.
- É a solução natural para o sono do bebé. Você acalma com seu calor, a sua voz e o batimento de seu coração.
terça-feira, 30 de abril de 2013
sexta-feira, 5 de abril de 2013
domingo, 31 de março de 2013
segunda-feira, 25 de março de 2013
Analgesia epidural obstétrica
O bloqueio epidural é uma técnica que pode proporcionar analgesia durante o parto eutócico ou
anestesia na cesariana, consoante o tipo, dose e concentração dos fármacos que são introduzidos
no espaço epidural.
É realizada no espaço intervertebral na região lombar, geralmente entre L2 e L5. O cateter epidural,
é colocado com a grávida na posição de sentada com curvatura do tronco ou em decúbito lateral, e
permanece no espaço epidural para administração do agente anestésico e/ou analgésico, em
administrações que podem ser repetidas de 3 em 3 horas repetidas ou perfusão contínua.
Com vista a diagnosticar atempadamente alguma complicação que possa surgir, é feita uma monitorização
contínua de determinados parâmetros, idealmente pressão arterial, oximetria de pulso e frequência cardíaca fetal.
Efeitos no trabalho de parto
Não há nada que prove que a dor de parto seja benéfica para a grávida ou para o feto. Pelo contrário,
o stress, a ansiedade e a dor produzem, através de reflexos medulares, alterações na homeostasia materna,
e hiperventilação, que determinam uma diminuição da oxigenação e da estabilidade cardiovascular materna, com
significativas repercussões fetais.
A analgesia epidural constitui o método mais eficaz de alívio da dor em todas as fases do parto. Utilizada
criteriosamente é a técnica que produz menos efeitos secundários sobre a fisiologia materna e fetal.
Tem como objectivo proporcionar o alívio da dor sem produzir um bloqueio motor significativo, já que interessa manter
a parturiente colaborante durante o parto. Continua a ser controverso e fonte de numerosos trabalhos de investigação se a analgesia epidural prolonga o trabalho de parto e se aumenta o número de partos instrumentados (fórceps e ventosas) e de cesarianas.
Vantagens
A parturiente mantém-se colaborante durante o parto, especificamente no período expulsivo,
melhorando o ambiente na sala de partos.
Ao aliviar a dor favorece uma boa perfusão útero-placentária. Outro aspecto positivo é o facto de
poder ser usada para anestesia em caso de cesariana, sendo assim minimizados os riscos associados a uma anestesia geral.
Contra-indicações
São contra-indicações absoluta para uso da epidural a recusa pela parturiente, a hipotensão acentuada ou hemorragia grave, as perturbações da coagulação, as infecções sistémicas ou no local da punção e o sofrimento fetal
com indicação para cesariana urgente, pelo tempo de execução técnica e de instalação do bloqueio.
com indicação para cesariana urgente, pelo tempo de execução técnica e de instalação do bloqueio.
São contra-indicações relativas o uso de heparinas de baixo peso molecular, aspirina ou
outros anti-agregantes plaquetares certas cardiopatias congénitas algumas deformidades
da coluna vertebral e os casos de obesidade mórbida, estes últimos pela dificuldade de execução técnica
Complicações/ Efeitos secundários
Os efeitos mais vulgarmente associados a este tipo de analgesia podem relacionar-se com a técnica, a parturiente ou o parto e são quase sempre de carácter transitório e sem sequelas.
Os mais frequentes e clinicamente relevantes são:
Analgesia ineficaz ou incompleta
Hipotensão arterial materna – É o efeito secundário mais frequente, embora por regra sem gravidade e de fácil controlo.
Cefaleias – Podem ocorrer por jejum prolongado, hidratação insuficiente ou punção acidental da duramater, Esta complicação
é habitualmente autolimitada, mas por vezes muito incapacitante, com duração de dias a poucas semanas. Exige repouso no leito,
hidratação endovenosa e beneficia do uso de analgésicos e/ou cafeína.
Náuseas e vómitos – Ocorrem com alguma frequência. Devem-se ao jejum prolongado, estimulação visceral do trabalho
de parto, hipotensão.
O tratamento consiste na promoção de uma boa oxigenação, elevação da pressão arterial.
Lombalgias – Cerca de 44% das mulheres queixam-se de «dores de costas» após o parto. Contudo, demonstrou--se que muitas
destas queixas são erradamente atribuídas à punção epidural. Mais, muitas mulheres que não foram submetidas a este
tipo de analgesia descrevem lombalgias.
Tremores –Podem ser intensos, mas de curta duração. A sua incidência é de cerca de 30%.
Prurido – É frequente. Sabe-se ser induzido por opiáceos, apesar de o mecanismo não ser totalmente conhecido.
Retenção urinária – Surge por hipertonicidade do esfíncter e atonia vesical, sendo mais frequente quando se usam opiáceos.
Complicações hemorrágicas – Por punção vascular (veia epidural) durante a introdução da agulha ou do cateter,
o que ocorre com uma incidência de cerca de 1%.
Parestesias – Por traumatismo directo dos nervos raquídeos, quando da introdução do cateter, o que produz um
efeito sensitivo e limitado ao território de distribuição. São geralmente reversíveis, desaparecendo
espontaneamente. A sua incidência é inferior a 1/10000.8
Reacções tóxicas aos agentes anestésicos – São possíveis, embora pouco frequentes.
A analgesia epidural obstétrica veio trazer novas concepções sobre a assistência ao parto, humanizando-o.
Constitui o método mais eficaz de alívio da dor, não só durante o trabalho de parto, como também no o
que pode evitar perturbações emocionais na puérpera, passíveis de afectar a relação mãe- -filho.
De facto, ocorre alívio significativo das dores em quase todas as mulheres, com alívio completo
na maioria dos casos. Apenas uma pequena percentagem não sente qualquer diminuição
das dores. É um facto que a epidural parece diminuir ligeiramente a actividade uterina no período
expulsivo e assim poderá favorecer o aumento do número de partos instrumentados, mas
considera- se que não aumenta o número de cesarianas.
Por outro lado, mantém a parturiente colaborante durante o parto, podendo mesmo
melhorar a dinâmica do parto, pelo alívio da dor e da ansiedade, que só por si provocariam
efeitos prejudiciais sobre a parturiente e o feto. A técnica tem poucas contra- -indicações,
às quais se contrapõem algumas situações que comprovadamente beneficiam com a sua utilização. Utilizada
criteriosamente produz efeitos secundários pouco frequentes,. A maioria das complicações são autolimitados ou de fácil correcção com terapêutica médica, portanto quase sempre sem sequelas. A decisão do seu uso deve ser
tomada de forma consciente e ponderada, o que só é possível se as utentes grávidas forem informadas
atempadamente, durante as Consultas de Vigilância em Saúde Materna.
tomada de forma consciente e ponderada, o que só é possível se as utentes grávidas forem informadas
atempadamente, durante as Consultas de Vigilância em Saúde Materna.
terça-feira, 5 de março de 2013
A musicoterapia é um processo que permite os pais comunicarem com filhos, mesmo antes deles nascerem. A música é, por isso, uma excelente forma de transmitir harmonia. Consegue transmitir emoções a todos nós, quer se seja novo ou velho. Há músicas que pela sua essência conseguem modificar o estado de espírito de qualquer um, enquanto outras passam completamente ao lado. Com os bebés e os fetos passa-se exactamente a mesma coisa, pois a música consegue transmitir-lhes sensações de paz e harmonia.
A musicoterapia é uma forma de alcançar o bem estar psicológico das crianças. Os fetos ouvem tudo o que se passa no exterior do corpo da mãe. As vozes e as sensações da mãe são automaticamente passadas para eles, por isso, a mãe e o pai devem ter o cuidado de nos meses de gravidez começar logo a transmitir-lhes emoções através da música.
Contudo, e quando colocar uma música para si e para ele, não o deve fazer sem ter a certeza da sua escolha. Escolher um disco aleatoriamente e pô-lo a tocar não vai produzir nenhum efeito, ou pelo menos não vai trazer qualquer consequência positiva. É necessário ouvir um disco que, e de alguma forma, consiga transmitir sensações à mãe, para as mesmas serem transferidas para o bebé. Lógico, que não pode ser um disco do tempo em que era jovem e ía para as discotecas.
A harmonia da música é fundamental. Deve ser escolhida uma música calma, melódica e sem grandes discrepâncias na sonoridade. Uma boa opção é a escolha de música clássica, desde que a mesma mantenha sempre a mesma linha e não tenha mudanças bruscas. A música pode ser toda ela utilizada no âmbito terapêutico, mas existem músicas que pela sua agressividade de som ou voz podem não conseguir alcançar os objectivos desejados e propostos de início. Você pode gostar muito de rock, mas para o bebé, e ainda que lhe esteja a transmitir a sua sensação positiva da música, não é a melhor alternativa.
Aquilo que o feto ou o bebé mais precisam é de harmonia e de equilíbrio emocional. Mais tarde, a criança começa a gostar e a apreciar outro tipo de músicas. Preferem músicas mexidas e divertidas que os façam pular e saltar livremente. Os pais podem também dançar com eles ou dançar para eles, e assim a família acaba toda por divertir-se ao som da música.
Os sons musicais funcionam como um meio de comunicação e de união entre os pais e o bebé. Esta é uma forma de começar a transmitir sensações e sentimentos aos mais novos, de maneira simples e facilmente entendível por eles. O importante é que os pais sejam receptivos à música para criar com o filho o tal estado de interligação musical. Viva a música e sinta-a na sua forma mais pura, como forma de aproximar as suas sensações do seu filho.
Como uma importante forma de comunicação, a música serve para relaxar e ter efeitos para as crianças adormecerem, através de melodias meticulosamente escolhidas pelos pais para esse efeito. A musicoterapia é um importante caminho para se começar a comunicar com ele, ainda antes do bebé nascer. Saiba escolher a música e delicie-se com a mesma. O seu filho vai sentir essa sensação, tal e qual como você...
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Fotos e Modelos de Roupa para Grávidas
Achei muito interessante e partilhei do blog GravidasOnline
Moda para gestantes 2013
A roupa para gestantes para 2013 promete trazer muitas alegrias para as grávidas, principalmente, por apresentarem propostas bastante coloridas, propostas em tons de azul, verde água, laranja, branco e rosa.
Para além das cores vibrantes e das candy colors a moda gestante aposta em estampas, rendas e jeans com cintos finos e lenços coloridos e estampados que marcam a silhueta.
Para as grávidas mais românticas a solução são os vestidos rodados e leves que marcam a parte dos seios e com alças largas para garantir a sustentação do peito, os vestidos rodados ajudam a alongar a silhueta. Os vestidos para grávidas podem ser usados em qualquer ocasião, para uma festa, prefira os modelos estampados e com acessórios coloridos.
Os shorts e as bermudas jeans são outra das grandes tendências para as gestantes este ano, com cintura que a acompanham ao longo de toda a gravidez estes modelos podem ser usados no seu dia-a-dia.
Nos pés prefira sapatos elegantes e coloridos, sempre confortáveis, quem gosta de saltos deve ter o cuidado com o tamanho que usa porque as quedas na gravidez podem ser graves.
O mais importante é que se sinta bem e disfrute este momento tão bonito e especial da sua vida.
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