terça-feira, 4 de junho de 2013

OLÁ A TODOS

DEIXO-VOS AQUI O DESAFIO DE PARTILHAREM A EXPERIÊNCIA DO VOSSO PARTO E DO CONTRIBUTO DAS AULAS DE PREPARAÇÃO PARA O PARTO.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

                           
                                                 CURSO DE PREPARAÇÃO PARA O PARTO - AULAS PRATICAS









NOVO CURSO DE PREPARAÇÃO PARA O PARTO

                    DIA 06/05/13 ÁS 19H

quinta-feira, 16 de maio de 2013


 Sling

Benefícios para seu bebé
- Chora menos! (43% menos no total e 54% menos durante as horas do dia)
- É mais saudáveis! (ganham peso mais rápido, tem melhor habilidade motora, coordenação, maior tonificação muscular e senso de equilíbrio)
- Tem uma melhor visão do mundo! (bebés em carrinhos vem o mundo a altura dos joelhos de um adulto)
- Dorme melhor! (mais rapidamente e por períodos mais longos)
- São mais felizes! ( sentem-se mais amados e seguros) 
Benefícios para si
- Melhora a comunicação entre os dois, já que você se sintoniza com os gestos e expressões dele.
- Cria pais mais auto-confiantes. Não há nada melhor que ter um bebê calmo e contente graças a que você sabe atender suas necessidades.
- Facilita a locomoção. Você pode caminhar por calçadas e terrenos irregulares, subir e descer escadas, entrar a locais com muita gente sem bater em ninguém com o carrinho, etc.
- Mãe e bebé podem sair de casa juntos, com menos dificuldade.
- Pode fazer compras, caminhar, passear, ler um livro,  brincar com o seu filho mais velho pois as mãos estão livres.
- É a solução natural para o sono do bebé. Você acalma  com seu calor, a sua voz e o batimento de seu coração.

terça-feira, 30 de abril de 2013


Dia 19  de Junho ás 18.30h, irá realizar-se mais um
Workshop sobre Amamentação

Para pais e cuidadores


Inscrições limitadas
926062585

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Esta é a foto de grupo do nosso encontro em Setembro de 2012. Apesar de não ter conseguido juntar todos os casais que fizeram preparação para o parto comigo, fomos muitos. Foi muito bom obrigado a todos. Estou a pensar em Maio repetir. 






Gostaria de vos dizer que já tenho página no facebook: preparação para o parto portimão.

segunda-feira, 25 de março de 2013


Analgesia epidural obstétrica

O bloqueio epidural é uma técnica que pode proporcionar analgesia durante o parto eutócico ou 
anestesia na cesariana, consoante o tipo, dose e concentração dos fármacos que são introduzidos
 no espaço epidural.

É realizada no espaço intervertebral na região lombar, geralmente entre L2 e L5. O cateter epidural,
 é colocado com a grávida na posição de sentada com curvatura do tronco ou em decúbito lateral, e
 permanece no espaço epidural para administração do agente anestésico e/ou analgésico, em 
administrações que podem ser repetidas de 3 em 3 horas repetidas ou perfusão contínua.

Com vista a diagnosticar atempadamente alguma complicação que possa surgir, é feita uma monitorização 
contínua de determinados parâmetros, idealmente pressão arterial, oximetria de pulso e frequência cardíaca fetal.

Efeitos no trabalho de parto

Não há nada que prove que a dor de parto seja benéfica para a grávida ou para o feto. Pelo contrário, 
stress, a ansiedade e a dor produzem, através de reflexos medulares, alterações na homeostasia materna,
 e hiperventilação, que determinam uma diminuição da oxigenação e da estabilidade cardiovascular materna, com 
significativas repercussões fetais.
A analgesia epidural constitui o método mais eficaz de alívio da dor em todas as fases do parto. Utilizada
criteriosamente é a técnica que produz menos efeitos secundários sobre a fisiologia materna e fetal. 
Tem como objectivo proporcionar o alívio da dor sem produzir um bloqueio motor significativo, já que interessa manter 
a parturiente colaborante durante o parto. Continua a ser controverso e fonte de numerosos trabalhos de investigação se a analgesia epidural prolonga o trabalho de parto e se aumenta o número de partos instrumentados (fórceps e ventosas) e de cesarianas.


Vantagens

A parturiente mantém-se colaborante durante o parto, especificamente no período expulsivo, 
melhorando o ambiente na sala de partos. 
Ao aliviar a dor favorece uma boa perfusão útero-placentária. Outro aspecto positivo é o facto de
 poder ser usada para anestesia em caso de cesariana, sendo assim minimizados os riscos associados a uma anestesia geral.

Contra-indicações

São contra-indicações absoluta para uso da epidural a recusa pela parturiente, a hipotensão acentuada ou hemorragia grave,  as perturbações da coagulação, as infecções sistémicas ou no local da punção e o sofrimento fetal
com indicação para cesariana urgente, pelo tempo de execução técnica e de instalação do bloqueio. 
São contra-indicações relativas o uso de heparinas de baixo peso molecular, aspirina ou
 outros anti-agregantes plaquetares certas cardiopatias congénitas algumas deformidades 
da coluna vertebral e os casos de obesidade mórbida, estes últimos pela dificuldade de execução técnica

Complicações/ Efeitos secundários

Os efeitos mais vulgarmente associados a este tipo de analgesia podem relacionar-se com a técnica, a parturiente ou o parto e são quase sempre de carácter transitório e sem sequelas.
Os mais frequentes e clinicamente relevantes são:
Analgesia ineficaz ou incompleta
Hipotensão arterial materna – É o efeito secundário mais frequente, embora por regra sem gravidade e de fácil controlo.
Cefaleias – Podem ocorrer por jejum prolongado, hidratação insuficiente ou punção acidental da duramater, Esta complicação
 é habitualmente autolimitada, mas por vezes muito incapacitante, com duração de dias a poucas semanas. Exige repouso no leito,
 hidratação endovenosa e beneficia do uso de analgésicos e/ou cafeína.
Náuseas e vómitos – Ocorrem com alguma frequência. Devem-se ao jejum prolongado, estimulação visceral do trabalho 
de parto, hipotensão.
O tratamento consiste na promoção de uma boa oxigenação, elevação da pressão arterial.
Lombalgias – Cerca de 44% das mulheres queixam-se de «dores de costas» após o parto. Contudo, demonstrou--se que muitas 
destas queixas são erradamente atribuídas à punção epidural. Mais, muitas mulheres que não foram submetidas a este
 tipo de analgesia descrevem lombalgias.
Tremores –Podem ser intensos, mas de curta duração. A sua incidência é de cerca de 30%.
Prurido – É frequente. Sabe-se ser induzido por opiáceos, apesar de o mecanismo não ser totalmente conhecido.
Retenção urinária – Surge por hipertonicidade do esfíncter e atonia vesical, sendo mais frequente quando se usam opiáceos.
Complicações hemorrágicas – Por punção vascular (veia epidural) durante a introdução da agulha ou do cateter, 
o que ocorre com uma incidência de cerca de 1%.
Parestesias – Por traumatismo directo dos nervos raquídeos, quando da introdução do cateter, o que produz um
efeito sensitivo e limitado ao território de distribuição. São geralmente reversíveis, desaparecendo 
espontaneamente. A sua incidência é inferior a 1/10000.8
Reacções tóxicas aos agentes anestésicos – São possíveis, embora pouco frequentes.

A analgesia epidural obstétrica veio trazer novas concepções sobre a assistência ao parto, humanizando-o.
 Constitui o método mais eficaz de alívio da dor, não só durante o trabalho de parto, como também no o
 que pode evitar perturbações emocionais na puérpera, passíveis de afectar a relação mãe- -filho. 
De facto, ocorre alívio significativo das dores em quase todas as mulheres, com alívio completo 
na maioria dos casos. Apenas uma pequena percentagem não sente qualquer diminuição
das dores. É um facto que a epidural parece diminuir ligeiramente a actividade uterina no período 
expulsivo e assim poderá favorecer o aumento do número de partos instrumentados, mas
considera- se que não aumenta o número de cesarianas.
 Por outro lado, mantém a parturiente colaborante durante o parto, podendo mesmo
 melhorar a dinâmica do parto, pelo alívio da dor e da ansiedade, que só por si provocariam 
efeitos prejudiciais sobre a parturiente e o feto. A técnica tem poucas contra- -indicações, 
às quais se contrapõem algumas situações que comprovadamente beneficiam com a sua utilização. Utilizada
 criteriosamente produz efeitos secundários pouco frequentes,. A maioria das complicações são autolimitados ou de fácil correcção com terapêutica médica, portanto quase sempre sem sequelas. A decisão do seu uso deve ser
tomada de forma consciente e ponderada, o que só é possível se  as utentes grávidas forem informadas
atempadamente, durante as Consultas de Vigilância em Saúde Materna.






terça-feira, 5 de março de 2013

A musicoterapia é um processo que permite os pais comunicarem com filhos, mesmo antes deles nascerem. A música é, por isso, uma excelente forma de transmitir harmonia. Consegue transmitir emoções a todos nós, quer se seja novo ou velho. Há músicas que pela sua essência conseguem modificar o estado de espírito de qualquer um, enquanto outras passam completamente ao lado. Com os bebés e os fetos passa-se exactamente a mesma coisa, pois a música consegue transmitir-lhes sensações de paz e harmonia.

A musicoterapia é uma forma de alcançar o bem estar psicológico das crianças. Os fetos ouvem tudo o que se passa no exterior do corpo da mãe. As vozes e as sensações da mãe são automaticamente passadas para eles, por isso, a mãe e o pai devem ter o cuidado de nos meses de gravidez começar logo a transmitir-lhes emoções através da música.
Contudo, e quando colocar uma música para si e para ele, não o deve fazer sem ter a certeza da sua escolha. Escolher um disco aleatoriamente e pô-lo a tocar não vai produzir nenhum efeito, ou pelo menos não vai trazer qualquer consequência positiva. É necessário ouvir um disco que, e de alguma forma, consiga transmitir sensações à mãe, para as mesmas serem transferidas para o bebé. Lógico, que não pode ser um disco do tempo em que era jovem e ía para as discotecas.

A harmonia da música é fundamental. Deve ser escolhida uma música calma, melódica e sem grandes discrepâncias na sonoridade. Uma boa opção é a escolha de música clássica, desde que a mesma mantenha sempre a mesma linha e não tenha mudanças bruscas. A música pode ser toda ela utilizada no âmbito terapêutico, mas existem músicas que pela sua agressividade de som ou voz podem não conseguir alcançar os objectivos desejados e propostos de início. Você pode gostar muito de rock, mas para o bebé, e ainda que lhe esteja a transmitir a sua sensação positiva da música, não é a melhor alternativa.

Aquilo que o feto ou o bebé mais precisam é de harmonia e de equilíbrio emocional. Mais tarde, a criança começa a gostar e a apreciar outro tipo de músicas. Preferem músicas mexidas e divertidas que os façam pular e saltar livremente. Os pais podem também dançar com eles ou dançar para eles, e assim a família acaba toda por divertir-se ao som da música.

Os sons musicais funcionam como um meio de comunicação e de união entre os pais e o bebé. Esta é uma forma de começar a transmitir sensações e sentimentos aos mais novos, de maneira simples e facilmente entendível por eles. O importante é que os pais sejam receptivos à música para criar com o filho o tal estado de interligação musical. Viva a música e sinta-a na sua forma mais pura, como forma de aproximar as suas sensações do seu filho.

Como uma importante forma de comunicação, a música serve para relaxar e ter efeitos para as crianças adormecerem, através de melodias meticulosamente escolhidas pelos pais para esse efeito. A musicoterapia é um importante caminho para se começar a comunicar com ele, ainda antes do bebé nascer. Saiba escolher a música e delicie-se com a mesma. O seu filho vai sentir essa sensação, tal e qual como você...

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013


Fotos e Modelos de Roupa para Grávidas

Achei muito interessante e partilhei do blog GravidasOnline

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Moda para gestantes 2013

A roupa para gestantes para 2013 promete trazer muitas alegrias para as grávidas, principalmente, por apresentarem propostas bastante coloridas, propostas em tons de azul, verde água, laranja, branco e rosa.
Para além das cores vibrantes e das candy colors a moda gestante aposta em estampas, rendas e jeans com cintos finos e lenços coloridos e estampados que marcam a silhueta.
Para as grávidas mais românticas a solução são os vestidos rodados e leves que marcam a parte dos seios e com alças largas para garantir a sustentação do peito, os vestidos rodados ajudam a alongar a silhueta. Os vestidos para grávidas podem ser usados em qualquer ocasião, para uma festa, prefira os modelos estampados e com acessórios coloridos.
Os shorts e as bermudas jeans são outra das grandes tendências para as gestantes este ano, com cintura que a acompanham ao longo de toda a gravidez estes modelos podem ser usados no seu dia-a-dia.
Nos pés prefira sapatos elegantes e coloridos, sempre confortáveis, quem gosta de saltos deve ter o cuidado com o tamanho que usa porque as quedas na gravidez podem ser graves.
O mais importante é que se sinta bem e disfrute este momento tão bonito e especial da sua vida.


Bem-estar após o parto

Voltar à normalidade...
Vida sexual 
Após o parto, poderá reiniciar a vida sexual desde que o local onde foi efectuada a episiotomia tenha cicatrizado, cessado as hemorragias e a mulher se sinta cómoda e preparada para tal, de preferência após consulta de revisão de parto (4-6 semanas após o parto). O casal deverá escolher um anticonceptivo adaptado às suas necessidades (DIU, algumas pílulas que possam ser utilizadas durante a amamentação, preservativo, entre outros).
Alimentação
O período logo a seguir ao nascimento não é o apropriado para iniciar uma dieta, sobretudo se estiver a amamentar. No entanto, deverá ter alguns cuidados e mantenha uma alimentação equilibrada.
Opte pelos cozidos e grelhados, alternando carne com peixe, ingira sopa, saladas e fruta, beba muita água e leite.
Ginástica pós-parto
Após o parto poderá sentir a região abdominal flácida. Quando se apresentar restabelecida, faça uma caminhada diária e frequente cursos de recuperação pós parto pois possuem exercicios adequados á sua situação promovendo o fortalecimento dos músculos do pavimento pélvico e do abdómen, entre outros.
Vigilância pós-parto
Marque uma consulta no médico que seguiu a gravidez, cerca de seis semanas após o parto , de modo a efectuar um exame pós parto (revisão do puerpério).
Leve consigo o boletim de grávida pois este contém todos os dados relativos ao decurso da gravidez e do nascimento.

sábado, 16 de fevereiro de 2013


Bem-estar após o parto

A nível físico...

Os lóquios consistem na perda vaginal que ocorre após o parto. Os lóquios contêm sangue
do local da placenta, partículas da decídua necrosada (coágulos) e muco. A quantidade e a
coloração vai-se alterando à medida que os dias vão passando; normalmente não persistem
para além de 4 semanas.

A menstruação poderá aparecer logo no mês seguinte embora também possa demorar mais
alguns meses até que isso aconteça, sobretudo se estiver a amamentar.

Incontinência de esforço/perdas de urina
Após o nascimento do bebé, algumas mulheres podem apresentar pequenas perdas de
urina, principalmente quando riem , tossem ou fazem pequenos esforços.
Durante o parto, os músculos do pavimento pélvico sofrem um estiramento muito grande, podendo
conduzir à ocorrência de incontinência urinária.
Existe uma série de exercícios que poderá fazer para tonificar esses músculos, por forma a
recuperar a firmeza do pavimento pélvico. A frequência de cursos de recuperação pós parto poderá ser uma forma de restabelecer esta situação.

Anticoncepção durante a amamentação
É frequente ouvir-se dizer que enquanto estiver a amamentar, não existe o risco de engravidar.
No entanto, apesar do risco de engravidar se apresentar reduzido, enquanto decorrer a amamentação, deverá aconselhar-se com um profissional de saúde sobre qual o melhor método contraceptivo a utilizar durante este período, não tendo de ser obrigatóriamente a pilula.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013


Puerpério
Bem-estar após o parto

O que é o puerpério?
É o período que tem inicio duas horas após o parto e termina quando a fisiologia materna volta ao estado anterior, ou seja, aproximadamente 6 semanas depois.
Esta é uma fase dinâmica, de desafio para o casal, o que implica reajustamentos quer no relacionamento conjugal, quer com os outros filhos e restante família.
Durante a gravidez a maioria das mulheres recebe muitas atenções.
No entanto, após o nascimento, todos os cuidados se centram no recém-nascido.
a nível emocional...
Alguns dias após o parto ocorre um decréscimo acentuado de algumas hormonas que podem provocar alterações no seu estado emocional, tais como:
- Irritabilidade;
- Fadiga;
- Vontade de chorar;
- Sensação de incapacidade, entre outros.
Estes sentimentos negativos são normalmente passageiros. Contudo, se se prolongarem para além das 6 semanas, poderá necessitar de ajuda.
Não tente ser uma “super mulher”! Aceite a ajuda dos seus familiares e amigos, principalmente durante as primeiras semanas após o parto.
Também o seu companheiro deverá apoiá-la, partilhando as tarefas domésticas, as idas às compras, os cuidados prestados ao bebé ou aos irmãos mais velhos.