Workshops: Yoga na gravidez, amamentação, métodos de alivio da dor em trabalho de parto * Cursos de Recuperação Pós-parto * Domicilios * Cursos de Massagem ao Bebé * Recuperação Respiratória em Crianças
domingo, 31 de março de 2013
segunda-feira, 25 de março de 2013
Analgesia epidural obstétrica
O bloqueio epidural é uma técnica que pode proporcionar analgesia durante o parto eutócico ou
anestesia na cesariana, consoante o tipo, dose e concentração dos fármacos que são introduzidos
no espaço epidural.
É realizada no espaço intervertebral na região lombar, geralmente entre L2 e L5. O cateter epidural,
é colocado com a grávida na posição de sentada com curvatura do tronco ou em decúbito lateral, e
permanece no espaço epidural para administração do agente anestésico e/ou analgésico, em
administrações que podem ser repetidas de 3 em 3 horas repetidas ou perfusão contínua.
Com vista a diagnosticar atempadamente alguma complicação que possa surgir, é feita uma monitorização
contínua de determinados parâmetros, idealmente pressão arterial, oximetria de pulso e frequência cardíaca fetal.
Efeitos no trabalho de parto
Não há nada que prove que a dor de parto seja benéfica para a grávida ou para o feto. Pelo contrário,
o stress, a ansiedade e a dor produzem, através de reflexos medulares, alterações na homeostasia materna,
e hiperventilação, que determinam uma diminuição da oxigenação e da estabilidade cardiovascular materna, com
significativas repercussões fetais.
A analgesia epidural constitui o método mais eficaz de alívio da dor em todas as fases do parto. Utilizada
criteriosamente é a técnica que produz menos efeitos secundários sobre a fisiologia materna e fetal.
Tem como objectivo proporcionar o alívio da dor sem produzir um bloqueio motor significativo, já que interessa manter
a parturiente colaborante durante o parto. Continua a ser controverso e fonte de numerosos trabalhos de investigação se a analgesia epidural prolonga o trabalho de parto e se aumenta o número de partos instrumentados (fórceps e ventosas) e de cesarianas.
Vantagens
A parturiente mantém-se colaborante durante o parto, especificamente no período expulsivo,
melhorando o ambiente na sala de partos.
Ao aliviar a dor favorece uma boa perfusão útero-placentária. Outro aspecto positivo é o facto de
poder ser usada para anestesia em caso de cesariana, sendo assim minimizados os riscos associados a uma anestesia geral.
Contra-indicações
São contra-indicações absoluta para uso da epidural a recusa pela parturiente, a hipotensão acentuada ou hemorragia grave, as perturbações da coagulação, as infecções sistémicas ou no local da punção e o sofrimento fetal
com indicação para cesariana urgente, pelo tempo de execução técnica e de instalação do bloqueio.
com indicação para cesariana urgente, pelo tempo de execução técnica e de instalação do bloqueio.
São contra-indicações relativas o uso de heparinas de baixo peso molecular, aspirina ou
outros anti-agregantes plaquetares certas cardiopatias congénitas algumas deformidades
da coluna vertebral e os casos de obesidade mórbida, estes últimos pela dificuldade de execução técnica
Complicações/ Efeitos secundários
Os efeitos mais vulgarmente associados a este tipo de analgesia podem relacionar-se com a técnica, a parturiente ou o parto e são quase sempre de carácter transitório e sem sequelas.
Os mais frequentes e clinicamente relevantes são:
Analgesia ineficaz ou incompleta
Hipotensão arterial materna – É o efeito secundário mais frequente, embora por regra sem gravidade e de fácil controlo.
Cefaleias – Podem ocorrer por jejum prolongado, hidratação insuficiente ou punção acidental da duramater, Esta complicação
é habitualmente autolimitada, mas por vezes muito incapacitante, com duração de dias a poucas semanas. Exige repouso no leito,
hidratação endovenosa e beneficia do uso de analgésicos e/ou cafeína.
Náuseas e vómitos – Ocorrem com alguma frequência. Devem-se ao jejum prolongado, estimulação visceral do trabalho
de parto, hipotensão.
O tratamento consiste na promoção de uma boa oxigenação, elevação da pressão arterial.
Lombalgias – Cerca de 44% das mulheres queixam-se de «dores de costas» após o parto. Contudo, demonstrou--se que muitas
destas queixas são erradamente atribuídas à punção epidural. Mais, muitas mulheres que não foram submetidas a este
tipo de analgesia descrevem lombalgias.
Tremores –Podem ser intensos, mas de curta duração. A sua incidência é de cerca de 30%.
Prurido – É frequente. Sabe-se ser induzido por opiáceos, apesar de o mecanismo não ser totalmente conhecido.
Retenção urinária – Surge por hipertonicidade do esfíncter e atonia vesical, sendo mais frequente quando se usam opiáceos.
Complicações hemorrágicas – Por punção vascular (veia epidural) durante a introdução da agulha ou do cateter,
o que ocorre com uma incidência de cerca de 1%.
Parestesias – Por traumatismo directo dos nervos raquídeos, quando da introdução do cateter, o que produz um
efeito sensitivo e limitado ao território de distribuição. São geralmente reversíveis, desaparecendo
espontaneamente. A sua incidência é inferior a 1/10000.8
Reacções tóxicas aos agentes anestésicos – São possíveis, embora pouco frequentes.
A analgesia epidural obstétrica veio trazer novas concepções sobre a assistência ao parto, humanizando-o.
Constitui o método mais eficaz de alívio da dor, não só durante o trabalho de parto, como também no o
que pode evitar perturbações emocionais na puérpera, passíveis de afectar a relação mãe- -filho.
De facto, ocorre alívio significativo das dores em quase todas as mulheres, com alívio completo
na maioria dos casos. Apenas uma pequena percentagem não sente qualquer diminuição
das dores. É um facto que a epidural parece diminuir ligeiramente a actividade uterina no período
expulsivo e assim poderá favorecer o aumento do número de partos instrumentados, mas
considera- se que não aumenta o número de cesarianas.
Por outro lado, mantém a parturiente colaborante durante o parto, podendo mesmo
melhorar a dinâmica do parto, pelo alívio da dor e da ansiedade, que só por si provocariam
efeitos prejudiciais sobre a parturiente e o feto. A técnica tem poucas contra- -indicações,
às quais se contrapõem algumas situações que comprovadamente beneficiam com a sua utilização. Utilizada
criteriosamente produz efeitos secundários pouco frequentes,. A maioria das complicações são autolimitados ou de fácil correcção com terapêutica médica, portanto quase sempre sem sequelas. A decisão do seu uso deve ser
tomada de forma consciente e ponderada, o que só é possível se as utentes grávidas forem informadas
atempadamente, durante as Consultas de Vigilância em Saúde Materna.
tomada de forma consciente e ponderada, o que só é possível se as utentes grávidas forem informadas
atempadamente, durante as Consultas de Vigilância em Saúde Materna.
terça-feira, 5 de março de 2013
A musicoterapia é um processo que permite os pais comunicarem com filhos, mesmo antes deles nascerem. A música é, por isso, uma excelente forma de transmitir harmonia. Consegue transmitir emoções a todos nós, quer se seja novo ou velho. Há músicas que pela sua essência conseguem modificar o estado de espírito de qualquer um, enquanto outras passam completamente ao lado. Com os bebés e os fetos passa-se exactamente a mesma coisa, pois a música consegue transmitir-lhes sensações de paz e harmonia.
A musicoterapia é uma forma de alcançar o bem estar psicológico das crianças. Os fetos ouvem tudo o que se passa no exterior do corpo da mãe. As vozes e as sensações da mãe são automaticamente passadas para eles, por isso, a mãe e o pai devem ter o cuidado de nos meses de gravidez começar logo a transmitir-lhes emoções através da música.
Contudo, e quando colocar uma música para si e para ele, não o deve fazer sem ter a certeza da sua escolha. Escolher um disco aleatoriamente e pô-lo a tocar não vai produzir nenhum efeito, ou pelo menos não vai trazer qualquer consequência positiva. É necessário ouvir um disco que, e de alguma forma, consiga transmitir sensações à mãe, para as mesmas serem transferidas para o bebé. Lógico, que não pode ser um disco do tempo em que era jovem e ía para as discotecas.
A harmonia da música é fundamental. Deve ser escolhida uma música calma, melódica e sem grandes discrepâncias na sonoridade. Uma boa opção é a escolha de música clássica, desde que a mesma mantenha sempre a mesma linha e não tenha mudanças bruscas. A música pode ser toda ela utilizada no âmbito terapêutico, mas existem músicas que pela sua agressividade de som ou voz podem não conseguir alcançar os objectivos desejados e propostos de início. Você pode gostar muito de rock, mas para o bebé, e ainda que lhe esteja a transmitir a sua sensação positiva da música, não é a melhor alternativa.
Aquilo que o feto ou o bebé mais precisam é de harmonia e de equilíbrio emocional. Mais tarde, a criança começa a gostar e a apreciar outro tipo de músicas. Preferem músicas mexidas e divertidas que os façam pular e saltar livremente. Os pais podem também dançar com eles ou dançar para eles, e assim a família acaba toda por divertir-se ao som da música.
Os sons musicais funcionam como um meio de comunicação e de união entre os pais e o bebé. Esta é uma forma de começar a transmitir sensações e sentimentos aos mais novos, de maneira simples e facilmente entendível por eles. O importante é que os pais sejam receptivos à música para criar com o filho o tal estado de interligação musical. Viva a música e sinta-a na sua forma mais pura, como forma de aproximar as suas sensações do seu filho.
Como uma importante forma de comunicação, a música serve para relaxar e ter efeitos para as crianças adormecerem, através de melodias meticulosamente escolhidas pelos pais para esse efeito. A musicoterapia é um importante caminho para se começar a comunicar com ele, ainda antes do bebé nascer. Saiba escolher a música e delicie-se com a mesma. O seu filho vai sentir essa sensação, tal e qual como você...
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Fotos e Modelos de Roupa para Grávidas
Achei muito interessante e partilhei do blog GravidasOnline
Moda para gestantes 2013
A roupa para gestantes para 2013 promete trazer muitas alegrias para as grávidas, principalmente, por apresentarem propostas bastante coloridas, propostas em tons de azul, verde água, laranja, branco e rosa.
Para além das cores vibrantes e das candy colors a moda gestante aposta em estampas, rendas e jeans com cintos finos e lenços coloridos e estampados que marcam a silhueta.
Para as grávidas mais românticas a solução são os vestidos rodados e leves que marcam a parte dos seios e com alças largas para garantir a sustentação do peito, os vestidos rodados ajudam a alongar a silhueta. Os vestidos para grávidas podem ser usados em qualquer ocasião, para uma festa, prefira os modelos estampados e com acessórios coloridos.
Os shorts e as bermudas jeans são outra das grandes tendências para as gestantes este ano, com cintura que a acompanham ao longo de toda a gravidez estes modelos podem ser usados no seu dia-a-dia.
Nos pés prefira sapatos elegantes e coloridos, sempre confortáveis, quem gosta de saltos deve ter o cuidado com o tamanho que usa porque as quedas na gravidez podem ser graves.
O mais importante é que se sinta bem e disfrute este momento tão bonito e especial da sua vida.
Bem-estar após o parto
Voltar à normalidade...
Vida sexual
Após o parto, poderá reiniciar a vida sexual desde que o local onde foi efectuada a episiotomia tenha cicatrizado, cessado as hemorragias e a mulher se sinta cómoda e preparada para tal, de preferência após consulta de revisão de parto (4-6 semanas após o parto). O casal deverá escolher um anticonceptivo adaptado às suas necessidades (DIU, algumas pílulas que possam ser utilizadas durante a amamentação, preservativo, entre outros).
Alimentação
O período logo a seguir ao nascimento não é o apropriado para iniciar uma dieta, sobretudo se estiver a amamentar. No entanto, deverá ter alguns cuidados e mantenha uma alimentação equilibrada.
Opte pelos cozidos e grelhados, alternando carne com peixe, ingira sopa, saladas e fruta, beba muita água e leite.
Ginástica pós-parto
Após o parto poderá sentir a região abdominal flácida. Quando se apresentar restabelecida, faça uma caminhada diária e frequente cursos de recuperação pós parto pois possuem exercicios adequados á sua situação promovendo o fortalecimento dos músculos do pavimento pélvico e do abdómen, entre outros.
Vigilância pós-parto
Marque uma consulta no médico que seguiu a gravidez, cerca de seis semanas após o parto , de modo a efectuar um exame pós parto (revisão do puerpério).
Leve consigo o boletim de grávida pois este contém todos os dados relativos ao decurso da gravidez e do nascimento.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Bem-estar após o parto
A nível físico...
do local da placenta, partículas da decídua necrosada (coágulos) e muco. A quantidade e a
coloração vai-se alterando à medida que os dias vão passando; normalmente não persistem
para além de 4 semanas.
A menstruação poderá aparecer logo no mês seguinte embora também possa demorar mais
alguns meses até que isso aconteça, sobretudo se estiver a amamentar.
Incontinência de esforço/perdas de urina
Após o nascimento do bebé, algumas mulheres podem apresentar pequenas perdas de
urina, principalmente quando riem , tossem ou fazem pequenos esforços.
Durante o parto, os músculos do pavimento pélvico sofrem um estiramento muito grande, podendo
conduzir à ocorrência de incontinência urinária.
Existe uma série de exercícios que poderá fazer para tonificar esses músculos, por forma a
recuperar a firmeza do pavimento pélvico. A frequência de cursos de recuperação pós parto poderá ser uma forma de restabelecer esta situação.
Anticoncepção durante a amamentação
É frequente ouvir-se dizer que enquanto estiver a amamentar, não existe o risco de engravidar.
No entanto, apesar do risco de engravidar se apresentar reduzido, enquanto decorrer a amamentação, deverá aconselhar-se com um profissional de saúde sobre qual o melhor método contraceptivo a utilizar durante este período, não tendo de ser obrigatóriamente a pilula.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Puerpério
Bem-estar após o parto
O que é o puerpério?
É o período que tem inicio duas horas após o parto e termina quando a fisiologia materna volta ao estado anterior, ou seja, aproximadamente 6 semanas depois.
Esta é uma fase dinâmica, de desafio para o casal, o que implica reajustamentos quer no relacionamento conjugal, quer com os outros filhos e restante família.
Durante a gravidez a maioria das mulheres recebe muitas atenções.
No entanto, após o nascimento, todos os cuidados se centram no recém-nascido.
a nível emocional...
Alguns dias após o parto ocorre um decréscimo acentuado de algumas hormonas que podem provocar alterações no seu estado emocional, tais como:
- Irritabilidade;
- Fadiga;
- Vontade de chorar;
- Sensação de incapacidade, entre outros.
Estes sentimentos negativos são normalmente passageiros. Contudo, se se prolongarem para além das 6 semanas, poderá necessitar de ajuda.
Não tente ser uma “super mulher”! Aceite a ajuda dos seus familiares e amigos, principalmente durante as primeiras semanas após o parto.
Também o seu companheiro deverá apoiá-la, partilhando as tarefas domésticas, as idas às compras, os cuidados prestados ao bebé ou aos irmãos mais velhos.
sábado, 9 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
COMUNICAÇÃO INTRA-UTERINA
Certamente que já nos questionamos o que se passa com o bebé durante os nove meses de gravidez O bebé não vive numa bola de cristal sendo receptivo ao que você vê, ouve, toca, saboreia .
É importante que os futuros pais tenham consciência das capacidades do bebé, de forma a promover uma relação harmoniosa o mais cedo possível.
O que o bebé consegue fazer?
-Sentir os cheiros transmitidos através do líquido amniótico (quando
nasce o cheiro da mãe é inconfundível);
- Engolir líquido amniótico que se encontra condimentado com os
sabores dos alimentos que a mãe ingere, tendo uma preferência pelo doce;
- chupar o dedo (desenvolve o reflexo de sucção (sugar);
- deslizar para o local onde os pais acariciam a barriga;
- abrir e fechar os olhos (a partir da 25ª semana), começando a distinguir luminosidade da penumbra;
-ouvir ruídos de fundo (entrada e saída de ar nos pulmões da mãe,
fluxo sanguíneo, passagem dos alimentos no aparelho digestivo, movimentos intestinais, batimento cardíaco da mãe );
- ouvir sons do exterior.
O que os pais podem fazer?
-Acariciar a barriga (o bebé desliza para o local onde os pais colocam a mão, sentindo o calor desse contacto);
- Falar com o bebé, cantar, contar uma história (o bebé consegue ouvir as vozes, distinguindo claramente a voz da mãe e do pai, quando existe o hábito de falar com ele).
- Tentar relaxar (o bebé consegue sentir as emoções da mãe);
- Ouvir diariamente música suave durante a gravidez e depois do bebé nascer. A Música contribui para o bem-estar e para o desenvolvimento do cérebro do bebé.
Transmite emoções, consegue modificar o estado de espírito e contribui para que tanto o bebé como a mãe se sintam mais tranquilos e seguros.
domingo, 27 de janeiro de 2013
PLANO DE NASCIMENTO
- O plano de nascimento é um documento escrito em que a grávida manifesta e deixa claro os seus desejos e expectativas para o momento do parto e nascimento do seu bebé. - Quando uma mulher manifesta a sua intenção por ter um parto normal, a parteira que a acompanha durante a gravidez,deverá facilitar-lhe a elaboração de um plano de nascimento. - É necessário evitar a obsessão pelo “parto perfeito”. Há que informar que todas as expectativas e planos de nascimento estão sujeitos à situação clínica, pelo que podem ocorrer desvios se a evolução do parto o e querer.
PLANO DE NASCIMENTO
Quando uma mulher manifesta a sua inquietação por ter um parto normal, a enfermeira especialista em saúde materna (parteira) que a acompanha durante a gravidez, deverá facilitar-lhe a elaboração de um plano de nascimento. Trata-se de um documento escrito em que a mulher gestante manifesta e deixa claro os seus desejos e expectativas para o momento do parto e o nascimento do seu bebé. Este documento também servirá de guia para os profissionais que a assistem no hospital. É aconselhável que se elabore entre as 28-32 semanas de gravidez, e a mulher poderá apresentá-lo no hospital de referência em que tem previsto o seu parto quando o for conhecer.
Recomenda-se que a mulher visite o hospital de referência ou os hospitais mais próximos para poder conhecer as opções que tem ao seu dispor e tomar uma decisão baseada num conhecimento prévio.
No decorrer da gravidez a mulher terá planificado, com a parteira que a assiste, como deseja o seu parto: o lugar, que intervenções deseja que sejam praticadas, por quem deseja ser acompanhada e os aspectos do nascimento e cuidados do seu bebé. Uma vez que a mulher inicie o parto, o plano de nascimento deve estar presente em todo o processo, para que uma vez avaliados os possíveis riscos, se possa adaptar os desejos expostos no plano de nascimento com a evolução do processo. É necessário evitar a obsessão pelo “parto perfeito”. Há que informar que todas as expectativas e planos de nascimento estão sujeitos à situação clínica, pelo que podem ocorrer desvios se a evolução do parto o requer.
FAME. Iniciativa Parto Normal. Documento de Consenso. Barcelona: Federación de Asociaciones de Matronas de España; 2007. Tradução APEO, 2008 (no prelo).http://www.apeobstetras.org/ReadNews.aspx?NewsID=3
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Reduzir o risco de
morte súbita infantil
• Deitar o bebé de costas para dormir
• Não fumar durante a gravidez (o pai também não)
• Não deixar ningém fumar no quarto onde estiver o bébé
• Não deixar o bébé aquecer demasiado
• Manter a cabeça do bébé destapada; colocá-lo junto à extremidade inferior do colchão
• Se o bébé não se sentir bem, procurar ajuda imediatamente
domingo, 20 de janeiro de 2013
Barrigas de Gesso
| Molde por tratar de barriga de gesso |
![]() |
| Barriga de gesso com tratamento e decoração |
O que posso fazer com a minha Barriga de Gesso?
Embora possam deixar a sua Barriga de Gesso em bruto a maioria dos pais optam por aplicar um tratamento para torná-la mais resistente (ver kit tratamento). Mesmo sem o tratamento pode decorar e usar a sua BG como elemento decorativo no quarto do seu bebé.
Qual a altura da gravidez ideal para fazer a minha BG?
A sua BG pode ser feita em qualquer altura da gravidez, no entanto, aconselha-se a fazer entre a 34ª e a 37ª semana, pois a silhueta estará com o volume ideal e a mãe ainda se sente confortável durante o processo.
A sua BG pode ser feita em qualquer altura da gravidez, no entanto, aconselha-se a fazer entre a 34ª e a 37ª semana, pois a silhueta estará com o volume ideal e a mãe ainda se sente confortável durante o processo.
Quanto tempo demoro a fazer a minha BG?
Aproximadamente 30 minutos.
Aproximadamente 30 minutos.
Quanto tempo demora a minha BG a secar completamente?
Aproximadamente 48 horas. Se quiser tratar e decorar deverá esperar 72 horas. O tempo é variável dependendo da humidade do ar.
Aproximadamente 48 horas. Se quiser tratar e decorar deverá esperar 72 horas. O tempo é variável dependendo da humidade do ar.
É seguro para mim e para o bebé?
Sim. O material utilizado é não tóxico e 100% seguro para ambos.
Sim. O material utilizado é não tóxico e 100% seguro para ambos.
Posso fazer a minha BG sozinha?
Não, pois necessita de permanecer imóvel enquanto outra pessoa aplica as ligaduras. Pode ser um momento conjunto com o seu marido, família ou amigos.
Não, pois necessita de permanecer imóvel enquanto outra pessoa aplica as ligaduras. Pode ser um momento conjunto com o seu marido, família ou amigos.
Qual o local ideal para fazer a minha BG e o que irei necessitar?
Em qualquer local, mas tenha em atenção que deverá estar confortável pois irá permanecer imóvel cerca de 30 minutos. O Kit Barriga de Gesso Baby 4ever fornece tudo o que necessita. Apenas irá necessitar de uma toalha húmida e água tépida.
Em qualquer local, mas tenha em atenção que deverá estar confortável pois irá permanecer imóvel cerca de 30 minutos. O Kit Barriga de Gesso Baby 4ever fornece tudo o que necessita. Apenas irá necessitar de uma toalha húmida e água tépida.
Em que posição devo fazer a minha BG?
Pode fazer sentada, deitada, recostada ou em pé. Não pode mudar de posição durante o processo. Escolha a posição que se sente confortável e em que a sua barriga fique com a forma desejada. Mas fica mais bonita se fizer de pé.
Pode fazer sentada, deitada, recostada ou em pé. Não pode mudar de posição durante o processo. Escolha a posição que se sente confortável e em que a sua barriga fique com a forma desejada. Mas fica mais bonita se fizer de pé.
A Baby 4ever pode decorar a minha BG?
Pode. O preço é muito variável. A Baby 4ever faz um orçamento e uma visualização antes de decorar. A Baby 4ever também pode fazer o tratamento para torná-la numa peça mais resistente.
Pode. O preço é muito variável. A Baby 4ever faz um orçamento e uma visualização antes de decorar. A Baby 4ever também pode fazer o tratamento para torná-la numa peça mais resistente.
Eu tenho que ficar nua para fazer a BG?
Não é necessário. Depende da forma final que pretende que a sua Barriga de Gesso tenha.
Não é necessário. Depende da forma final que pretende que a sua Barriga de Gesso tenha.
Posso incluir mãos, braços e coxas na minha BG?
Sim, pode incluir mãos, braços e coxas na sua barriga de gesso. Também pode incluir as mãos do pai. Basta colocar as mãos sobre a barriga durante a aplicação.
Utilize invólucros plásticos ou película para cobrir as coxas e a região púbica. Em alternativa, pode vestir uns collants finos e com poucas costuras.
Sim, pode incluir mãos, braços e coxas na sua barriga de gesso. Também pode incluir as mãos do pai. Basta colocar as mãos sobre a barriga durante a aplicação.
Utilize invólucros plásticos ou película para cobrir as coxas e a região púbica. Em alternativa, pode vestir uns collants finos e com poucas costuras.
Como sustentar os seios durante a aplicação?
Pode usar um soutien sem costuras e de preferência sem alças sob o invólucro plástico ou película aderente. Pode optar por fazer a barriga de gesso com a forma de um fato-de-banho. Use de preferência um soutien com aro.
Pode usar um soutien sem costuras e de preferência sem alças sob o invólucro plástico ou película aderente. Pode optar por fazer a barriga de gesso com a forma de um fato-de-banho. Use de preferência um soutien com aro.
Como posso decorar a minha BG?
Após criar a sua BG, pode deixá-la na forma original, envernizá-la, aplicar uma decoração com pinturas, colagens, espelhos, padrões, missangas e outros enfeites. Antes de decorar é aconselhável fazer o tratamento para tornar a sua BG numa peça mais resistente.
Após criar a sua BG, pode deixá-la na forma original, envernizá-la, aplicar uma decoração com pinturas, colagens, espelhos, padrões, missangas e outros enfeites. Antes de decorar é aconselhável fazer o tratamento para tornar a sua BG numa peça mais resistente.
Quanto tempo dura a minha BG?
A duração da sua BG dependendo do tratamento. Se a BG permanecer em bruto torna-se menos durável. Se devidamente tratada e cuidada como uma obra de arte, dura para sempre.
A duração da sua BG dependendo do tratamento. Se a BG permanecer em bruto torna-se menos durável. Se devidamente tratada e cuidada como uma obra de arte, dura para sempre.
Quanto custam os Kits?
O PVP do Kit Barriga de Gesso da baby4ever é de 27,50 €.
O PVP do Kit Barriga de Gesso da baby4ever é de 27,50 €.
Onde posso adquirir os Kits?
No Centro de Preparação para o Parto ou pela Internet.
No Centro de Preparação para o Parto ou pela Internet.
O Atelier BAby4ever transforma a barriga de grávida em arte.
sábado, 19 de janeiro de 2013
Aleitamento Materno
Desde 1991, a Organização Mundial de Saúde, em associação com a UNICEF, tem vindo a empreender um esforço mundial no sentido de proteger, promover e apoiar o aleitamento materno.
As recomendações da Organização Mundial de Saúde relativas à amamentação são as seguintes:
· As crianças devem fazer aleitamento materno exclusivo até aos 6 meses de idade. Ou seja, até essa idade, o bebé deve tomar apenas leite materno e não deve dar–se nenhum outro alimento complementar ou bebida.
· A partir dos 6 meses de idade todas as crianças devem receber alimentos complementares (sopas, papas, etc.) e manter o aleitamento materno.
· As crianças devem continuar a ser amamentadas, pelo menos, até completarem os 2 anos de idade.
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Dez passos para o sucesso da amamentação,
segundo recomendações da OMS/UNICEF:
1. Ter uma norma escrita sobre aleitamento materno, a qual deve ser rotineiramente transmitida a toda a equipa de cuidados de saúde.
2. Treinar toda a equipa de cuidados de saúde, capacitando-a para implementar esta norma.
3. Informar todas as grávidas atendidas sobre as vantagens e a pratica da amamentação.
4. Ajudar as mães a iniciar a amamentação na primeira meia hora após o parto.
5. Mostrar às mães como amamentar e como manter a lactação, mesmo que tenham de ser separadas de seus filhos.
6. Não dar ao recém-nascido nenhum outro alimento ou bebida além do leite materno, a não ser que seja por indicação médica.
7. Praticar o alojamento conjunto - permitir que mães e os bebés permaneçam juntos 24 horas por dia.
8. Encorajar a amamentação sob livre demanda (sempre que o bebé quiser).
9. Não dar bicos artificiais (tetinas) ou chupetas a crianças amamentadas.
10. Encorajar a criação de grupos de apoio à amamentação, para onde as mães devem ser encaminhadas por ocasião da alta hospitalar.
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(Para mais informações veja o site http://www.unicef.org/programme/breastfeeding/baby.htm
Curso de Preparação para o Parto
Este blog foi criado com o objectivo de ajudar as grávidas na sua preparação para o parto, bem como divulgar os cursos que tenho disponíveis na área de saúde materna.
Sou Enfermeira Obstetra e pretendo abordar alguns temas sobre:
- Gravidez
- Parto
- Recuperação pós parto
- Massagem do bebé
(entre outros)
Aceito também as vossas sugestões e/ou dúvidas para o e-mail do blog: beatom.biju@gmail.com. Tudo o que pretenderem saber sobre os cursos que realizo, contactem para o mesmo e-mail.
Espero que gostem e que vos seja útil.
Sou Enfermeira Obstetra e pretendo abordar alguns temas sobre:
- Gravidez
- Parto
- Recuperação pós parto
- Massagem do bebé
(entre outros)
Aceito também as vossas sugestões e/ou dúvidas para o e-mail do blog: beatom.biju@gmail.com. Tudo o que pretenderem saber sobre os cursos que realizo, contactem para o mesmo e-mail.
Espero que gostem e que vos seja útil.
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